euFräktus - Xperimetal

by euFräktus

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1.
27:11

about

euFräktus is a three headed monster; an unholy trinity. Three persons in one. One person in three. Schizocitizen.

By day, avant-garde academic. Founder and leader of the Brasilia Laptop Orchestra, developing software guided by holofractal semiotics, quantum physics and neuroscience. By night, a skeletal metal guitarist. A lich axeman on stage, patiently pounding the audience with riffs.

And at the weekend, a black-clad psytrance trickster, electric wizard. Delightedly leading the kids of the satellite towns hedonistically astray from behind turntables, light-shows and clouds of vapour.

Three persons, each recognisable in its own way.

But the scientists at Dionysian Industrial labs wanted to run an experiment. What if we sewed these three personas together? Into a single chimera. Cerberus, hound of Hades. The experimentalist. The metalhead. The trickster DJ? What Frankensound would emerge when the three were plugged together? What glitched heaviosity might the composite creature wreak?

It starts with a mechatronic rattling and scraping. A flux of electricity pulsing through the monster's veins as it comes to life. And, surprisingly, a lost haunted voice. The electric energy flooding through the monster has summoned a banshee to flutter and croon around its birth. euFräktus, like the Cloverfield monster, is accompanied by parasites that are fearsome in their own right. Uninvited musical guests from out of the dark.

The monster shifts. A few tentative steps of bass. A Boston Dynamics lurch.

A guitar solo stretches and bends and dilates through holofractal degradation. Pneumatic machines rattle and thump. The banshee screams and cackles.

euFräktus arises. Stretches its wings. (Wings? Who scheduled for there to be wings? What rogue DNA is this?) And seems about to take flight, flapping and clattering its tinny limbs. But its weight betrays it. The creature is half molten rock. It is chained into the earth. It writhes, struggling to break free. Wires and tendrils are bursting from its body, gripping and entangling the surrounding architecture.

It fights.

Finally it bursts its bonds. And starts a low-slung, lolloping run, half dancing forward on a pulsing, scratched breakbeat ... tails swooshing and slashing as it smashes its way through all obstacles.

And then it runs out of breath ... the breakbeat slows and collapses. The monster tumbles in slow motion. Batteries empty.

It howls and whimpers quietly to itself as it recharges. As an army of bass technicians scurry around, analysing and fixing. The euFräktus worked! They're making notes. Great success!

A few repairs and recalibrations. And now ... a quiet prayer before the storm. The levers are pulled again. Van de Graaff energy streaks through the sky.

The creatures is ready for prime-time.

This time it stands erect. Triumphant in a hail of thundering kick drums. Guitar riffs spraying in all directions. Swarms of banshees circle its flaming torso. The technicians are all headbanging.

And then it is over. The man is burned. Ghidorah rests. Each eye closes into sleep. Glaciers roll in over the desolation. The banshee sings a final lullaby.


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euFräktus é um monstro de três cabeças; uma trindade profana. Três pessoas em uma. Uma pessoa em três. Schizocidadão.

De dia, avant-garde acadêmico. Fundador e líder da Brasília Laptop Orchestra (BSBLOrk), desenvolvendo softwares orientados pela semiótica holofractal, física quântica e neurociência. De noite, um guitarrista de metal esquelético. Um "lich axeman" no palco, pacientemente batendo na platéia com seus riffs.

E no fim de semana, um trapaceiro de psytrance vestido de preto, bruxo elétrico. Deleitavelmente conduzindo os jovens das cidades satélites hedonisticamente extraviados por trás de controladores, luzes e nuvens de vapor.

Três pessoas, cada uma reconhecível à sua maneira.

Mas os cientistas dos laboratórios da Dionysian Industrial queriam fazer um experimento. E se costurarmos essas três pessoas juntas? Em uma única quimera. Cerberus, cão de Hades. O experimentalista. O metaleiro. O malandro DJ? O Frankensound emergiria quando os três estivessem conectados? Que tremor de glifo a criatura composta poderia causar?

Começa com um chocalhar e raspagem mecatrônica. Um fluxo de eletricidade pulsando através das veias do monstro quando se trata de vida. E, surpreendentemente, uma voz perdida assombrada. A energia elétrica que flui através do monstro convocou uma banshee a flutuar e cantarolar em torno de seu nascimento. O euFräktus, como o monstro de Cloverfield, é acompanhado por parasitas que são temíveis por si mesmos. Convidados musicais paradoxalmente não-convidados surgem de fora, da escuridão.

O monstro muda. Alguns passos hesitantes de baixo. Uma andadura a la Boston Dynamics.

Um solo de guitarra se estira e se dobra e se dilata através da degradação holofractal. Máquinas pneumáticas chocalham e batem. A banshee grita e gargalha ensandecida.

euFräktus surge. Estica as asas. (Asas? Quem programou para haver asas? Que DNA enganoso é este?) E parece prestes a levantar vôo, batendo e batendo seus novos membros metálicos. Mas seu peso a trai. A criatura é metade rocha derretida. Está acorrentada na terra. Ela se contorce, lutando para se libertar. Fios e gavinhas estão saindo de seu corpo, prendendo e enredando a arquitetura circundante.

A criatura luta.

Finalmente, explodem seus laços. E começa uma corrida lenta, lollopante, metade dançando para frente em um breakbeat pulsante, arranhado ... rabos retorcentes chicoteando enquanto ele quebra seu caminho pelo meio de todos os obstáculos.

E então fica sem fôlego ... o breakbeat diminui e colapsa. O monstro cai em câmera lenta. Baterias depletadas.

Ele uiva e geme baixinho para si mesmo enquanto as recarrega. No mesmo instante, um exército de técnicos de baixo se apressa, analisando e conXertando. O euFräktus funcionou! Eles estão fazendo anotações. Grande sucesso!

Alguns reparos e recalibrações. E agora ... uma oração silenciosa antes da tempestade. As alavancas são puxadas novamente. A energia de Van de Graaff passa pelo céu.

A criatura está pronta para o horário nobre.

Desta vez, fica ereto. Triunfante em uma chuva de chutes trovejantes. Riffs de guitarra em todas as direções. Enxames de banshees circulam seus torsos flamejantes. Os técnicos estão todos batendo cabeça.

E então acabou. O homem está queimado. Ghidorah descansa. Cada olho se fecha no sono. Geleiras rolam por cima da desolação. A banshee canta uma última canção de ninar.

credits

released November 26, 2018

euFräktus, haNna bezeRra, steVan corRea

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Dionysian Industrial Complex Brasília, Brazil

Dionysian Industrial Complex is a new netlabel, based in Brasília. We focus on experimental beauty (or beautiful experimentalism), devotional noise and techno-shamanism. From local artists and international friends.

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Dionysian Industrial Complex é um selo virtual de
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